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LIGAÇÕES ENTRE
ACIONADORES DE FECHADURAS E INTERFONES |
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COMO LIGAR A SENHA S902, PARA COMANDAR
FECHADURA ELÉTRICA |
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CONEXÃO ENTRE VÁRIOS DETECTORES
IV100 |
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Atenção: fique atento para a
quantidade máxima de infras, que a central utilizada tem capacidade de
alimentar
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LIGAÇÕES OPCIONAIS DO SENSOR
CL12 |
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LIGAÇÕES DO MÓDULO RECEPTOR
R11B |
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Atenção: se as saídas devem gerar pulsos muito
curtos (milissegundos), é aconselhável optar-se pelo acoplamento ótico.
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LINHA DE
DETECTORES INFRAVERMELHOS PASSIVOS
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A SEG-TRON dispõe de uma linha de infras
passivos para sistemas de alarme, destinada para aplicações em instalações
com fio e sem fio. O projeto destes produtos foi cuidadosamente elaborado,
visando a eliminação das possibilidades de falsos disparos, que tantos
inconvenientes causam ao instalador e ao seu cliente.
Para evitar que o infra dispare sem que haja
uma invasão e, também, para evitar que ele deixe de disparar quando ela
ocorre, é necessário que ele se adapte ao ambiente que deve proteger e, não,
ao contrário. Por isto, todos os infras SEG-TRON dispõe de compensação real
de sensibilidade, de acordo com a temperatura do local onde está instalado,
além de nove combinações possíveis de ajustes, incluindo função PET, que é
aquela onde o infra não detecta corpos de até tantos quilos (no caso dos
detectores SEG-TRON, até 15Kg, nas condições indicadas nos manuais dos
produtos). A função PET é indispensável em locais por onde transitam animais
domésticos, roedores, etc.
Os modelos
IV298, IV433 e IV20B
chegaram para suprir uma carência do mercado em relação a infras sem fio com
função PET. Todos eles dispõe de temporização de detecção, que garante a
autonomia da bateria alcalina por, no mínimo, 18 meses e alcance do sinal de
RF equivalente ao dos transmissores fabricados pela empresa (aprox. 80
metros, sem obstáculos). Em instalações muito grandes, o alcance de
transmissão do IV298 e do IV20B podem ser aumentados, com a utilização dos
repetidores de sinais REP298 e REP20B, respectivamente. O modelo IV20B pode ser
usado com centrais de alarme de outras marcas, que utilizem o chip
codificador HT6P20B. |
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PROCESSOS
DE CODIFICAÇÃO PARA RADIOFREQUÊNCIA (RF) |
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Todos os sistemas de comunicação via RF, com
acesso restrito, necessitam de alguma forma de proteção, que torne
sigilosa a informação transmitida. Nos sistemas de comando remoto de
pequeno alcance, utilizados para acionamento de portões de garagens,
alarmes, etc., há três maneiras diferentes de manter a segurança da
comunicação entre transmissores ("controles remotos") e receptores:
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Codificação fixa definida pelo usuário
=> é aquela em que é necessário codificar manualmente o receptor e os
transmissores, de acordo com um padrão definido;
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Codificação fixa por processo "Learning
Code" => os transmissores tem códigos personalizados e inalteráveis
(de 22 bits),
sendo, o receptor, programado para reconhecê-los;
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Codificação por processo "Hopping Code"
(ou "Rolling Code")
=> tecnologia patenteada com criptografia de 64 bits, onde os códigos de
segurança dos transmissores mudam ("rolam") de uma transmissão para outra. O
receptor é programado, pelo processo "learning", para cadastrar os
transmissores e, a partir de cada código inicial memorizado, um
algoritmo complexo permite que este receptor reconheça todas as
combinações possíveis (mais de 16 bilhões) para cada transmissor
cadastrado. Após a transmissão, o receptor só aceitará aquele código
novamente, após esgotarem-se todas as combinações (são necessários mais
de 18 anos, com duas operações por dia, para que isto aconteça). Isto
significa que, se, por algum processo eletrônico, alguém conseguir
clonar o código de uma transmissão "hopping", esta informação não poderá
ser usada, para sabotar o sistema de segurança, senão após quase duas
décadas. Conclusão: este é o processo mais seguro para garantir que,
apenas, os transmissores cadastrados serão reconhecidos pelo receptor.
ATENÇÃO: um sistema de controle remoto pode
ser "learning", mas não, necessariamente, "hopping"; isto é, ele pode
utilizar transmissores com códigos fixos, apesar destes dois tipos de
transmissores serem cadastrados da mesma forma pelos respectivos
receptores.
A SEG-TRON adota os 3 tipos de processo de
codificação, sendo, cada um, adequado ao orçamento e a necessidade de
segurança dos usuários de nossos produtos.
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COMO PROTEGER,
EFICIENTEMENTE, UM IMÓVEL |
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Sensores magnéticos são indicados para
proteger portas e janelas e são instalados, preferencialmente, no interior
do imóvel. Se, por exemplo, for necessário proteger o portão da rua, tanto
o sensor magnético quanto a fiação dele, devem permanecer ocultos, para
que seja menor a possibilidade de sabotagem.
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Para proteger áreas semi-abertas, que são
aquelas onde os sensores não recebam chuva ou sol diretamente, devem ser
usados modelos de dupla tecnologia (infravermelho passivo e microondas).
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Todo o muro que circunda a casa pode ser
protegido por sensores infravermelhos ativos, que são os mais indicados
para áreas expostas ao tempo.
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Os vários ambientes interiores da casa podem
ser protegidos por sensores infravermelhos passivos.
IMPORTANTE: Não existe sistema de alarme
100% seguro; contudo, a instalação eficiente pode torná-lo confiável para a
maioria dos casos de invasão. A SEG-TRON sugere que as instalações sejam
feitas por profissionais do ramo, que, normalmente, já conhecem, pela
prática adquirida, os artifícios usados pelos invasores e as técnicas para
dificultar a ação deles. Outra providência: pelo menos uma vez por mês, o
usuário deveria simular invasões, para testar o sistema de alarme do seu
imóvel e confirmar que os procedimentos de sinistro (disparo de sirene,
etc.) estão ocorrendo normalmente. |

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