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Aqui você encontrará informações referentes às dúvidas mais frequentes, esclarecidas por nosso Suporte Técnico.

 


 

UTILIZANDO CORRETAMENTE OS SENSORES DE PRESENÇA  IT110  e  IP110

Com a popularização das lâmpadas conhecidas como "eletrônicas", difundiu-se o hábito de substituir qualquer lâmpada convencional (incandescente) por uma daquele tipo. Contudo, informações contidas nas embalagens das lâmpadas eletrônicas, advertem que elas não devem ser comandadas por aparelhos "sensores de presença". Esta restrição também é válida para as lâmpadas fluorescentes comuns, pois as eletrônicas na verdade são lâmpadas fluorescentes compactas.

Os sensores de presença da Seg-tron (IT110 e IP110) podem comandar quaisquer tipos de lâmpadas; mas, sugerimos que sempre sejam utilizadas as incandescentes, de acordo com a orientação dos fabricantes de lâmpadas fluorescentes (comuns e eletrônicas).

 


 

LIGAÇÕES ENTRE ACIONADORES DE FECHADURAS E INTERFONES

 

 


COMO LIGAR A SENHA  S902, PARA COMANDAR FECHADURA ELÉTRICA

 


CONEXÃO ENTRE VÁRIOS DETECTORES  IV100

Atenção: fique atento para a quantidade máxima de infras, que a central utilizada tem capacidade de alimentar

 


LIGAÇÕES OPCIONAIS DO SENSOR  CL12

 

 


LIGAÇÕES DO MÓDULO RECEPTOR  R11B

 

 

Atenção: se as saídas devem gerar pulsos muito curtos (milissegundos), é aconselhável optar-se pelo acoplamento ótico.

 

 


LINHA DE DETECTORES INFRAVERMELHOS PASSIVOS

A SEG-TRON dispõe de uma linha de infras passivos para sistemas de alarme, destinada para aplicações em instalações com fio e sem fio. O projeto destes produtos foi cuidadosamente elaborado, visando a eliminação das possibilidades de falsos disparos, que tantos inconvenientes causam ao instalador e ao seu cliente.

Para evitar que o infra dispare sem que haja uma invasão e, também, para evitar que ele deixe de disparar quando ela ocorre, é necessário que ele se adapte ao ambiente que deve proteger e, não, ao contrário. Por isto, todos os infras SEG-TRON dispõe de compensação real de sensibilidade, de acordo com a temperatura do local onde está instalado, além de nove combinações possíveis de ajustes, incluindo função PET, que é aquela onde o infra não detecta corpos de até tantos quilos (no caso dos detectores SEG-TRON, até 15Kg, nas condições indicadas nos manuais dos produtos). A função PET é indispensável em locais por onde transitam animais domésticos, roedores, etc.

Os modelos IV298, IV433 e IV20B chegaram para suprir uma carência do mercado em relação a infras sem fio com função PET. Todos eles dispõe de temporização de detecção, que garante a autonomia da bateria alcalina por, no mínimo, 18 meses e alcance do sinal de RF equivalente ao dos transmissores fabricados pela empresa (aprox. 80 metros, sem obstáculos). Em instalações muito grandes, o alcance de transmissão do IV298 e do IV20B podem ser aumentados, com a utilização dos repetidores de sinais REP298 e REP20B, respectivamente. O modelo  IV20B  pode ser usado com centrais de alarme de outras marcas, que utilizem o chip codificador HT6P20B.

 


PROCESSOS DE CODIFICAÇÃO PARA RADIOFREQUÊNCIA (RF)

Todos os sistemas de comunicação via RF, com acesso restrito, necessitam de alguma forma de proteção, que torne sigilosa a informação transmitida. Nos sistemas de comando remoto de pequeno alcance, utilizados para acionamento de portões de garagens, alarmes, etc., há três maneiras diferentes de manter a segurança da comunicação entre transmissores ("controles remotos") e receptores:

  • Codificação fixa definida pelo usuário => é aquela em que é necessário codificar manualmente o receptor e os transmissores, de acordo com um padrão definido;

  • Codificação fixa por processo "Learning Code" => os transmissores tem códigos personalizados e inalteráveis (de 22 bits), sendo, o receptor, programado para reconhecê-los;

  • Codificação por processo "Hopping Code" (ou "Rolling Code") => tecnologia patenteada, com criptografia de 64 bits, onde os códigos de segurança dos transmissores mudam ("rolam") de uma transmissão para outra. O receptor é programado, pelo processo "learning", para cadastrar os transmissores e, a partir de cada código inicial memorizado, um algoritmo complexo permite que este receptor reconheça todas as combinações possíveis (mais de 16 bilhões) para cada transmissor cadastrado. Após a transmissão, o receptor só aceitará aquele código novamente, após esgotarem-se todas as combinações (são necessários mais de 18 anos, com duas operações por dia, para que isto aconteça). Isto significa que, se, por algum processo eletrônico, alguém conseguir clonar o código de uma transmissão "hopping", esta informação não poderá ser usada, para burlar o sistema de segurança, senão após quase duas décadas. Conclusão: este é o processo mais seguro para garantir que, apenas, os transmissores cadastrados serão reconhecidos pelo receptor.

ATENÇÃO: um sistema de controle remoto pode ser "learning", mas não, necessariamente, "hopping"; isto é, ele pode utilizar transmissores com códigos fixos, apesar destes dois tipos de transmissores serem cadastrados da mesma forma pelos respectivos receptores.

 

A SEG-TRON adota os três tipos de processo de codificação, sendo, cada um, adequado ao orçamento e a necessidade de segurança dos usuários de nossos produtos.

 


COMO PROTEGER, EFICIENTEMENTE, UM IMÓVEL

1. Sensores magnéticos são indicados para proteger portas e janelas e são instalados, preferencialmente, no interior do imóvel. Se, por exemplo, for necessário proteger o portão da rua, tanto o sensor magnético quanto a fiação dele, devem permanecer ocultos, para que seja menor a possibilidade de sabotagem.

2. Para proteger áreas semiabertas, que são aquelas onde os sensores não recebam chuva ou sol diretamente, devem ser usados modelos de dupla tecnologia (infravermelho passivo e micro-ondas).

3. Todo o muro que circunda a casa pode ser protegido por sensores infravermelhos ativos, que são os mais indicados para áreas expostas ao tempo.

4. Os vários ambientes interiores da casa podem ser protegidos por sensores infravermelhos passivos.   

 

IMPORTANTE: Não existe sistema de alarme 100% seguro; contudo, a instalação eficiente pode torná-lo confiável para a maioria dos casos de invasão. A SEG-TRON sugere que as instalações sejam feitas por profissionais do ramo, que, normalmente, já conhecem, pela prática adquirida, os artifícios usados pelos invasores e as técnicas para dificultar a ação deles. Outra providência: pelo menos uma vez por mês, o usuário deveria simular invasões, para testar o sistema de alarme do seu imóvel e confirmar que os procedimentos de sinistro (disparo de sirene, etc.) estão ocorrendo normalmente.